Queiroga com Covid pode custar mais de R$ 200 mil aos cofres públicos

Queiroga com Covid pode custar mais de R$ 200 mil aos cofres públicos

Marcelo Queiroga foi diagnosticado com Covid nesta terça (21) e terá que ficar 14 dias em isolamento nos EUA. O período de quarentena do ministro da Saúde pode custar R$ 200 mil aos cofres públicos. Isto porque ele está hospedados em um hotel luxuoso de Nova York.

Jair Bolsonaro viajou para o país norte-americano e se hospedou com a comitiva brasileira no Intercontinental Barclay. Os quartos mais baratos custam R$ 6 mil, enquanto os mais caros estão na casa dos R$ 10 mil. Os integrantes do governo bolsonaristas chegaram no domingo (19).

Após terminar o período de quarentena, Queiroga terá completado 16 dias nos EUA. Isso terá feito os cofres públicos do Brasil desembolsar R$ 160 mil. Além disso, ainda há refeições e outros serviços usados pelo ministro.

Ao todo, o custo do chefe da pasta da Saúde deve girar nos R$ 200 mil. Apenas com uma única pessoa. E vale destacar que ele não trará nenhum benefício ao Brasil, pois não poderá se reunir com outros líderes. Muito menos com empresários para tentar trazer investimentos. Ou seja, sua estadia será apenas gasto.

Queiroga com Covid

O ministro acompanhou a comitiva do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), que participou da Assembleia-Geral da ONU. Queiroga informou que está bem. A informação é da CNN Brasil.

Além de ter ido à Assembleia-Geral da ONU, em que informou usar máscara o tempo todo, Queiroga acompanhou o presidente Bolsonaro em visita ao Memorial do 11 de Setembro.

O presidente ficaria nos Estados Unidos até sexta (24), mas cogitava antecipar sua volta para o Brasil. Porém, com o segundo caso de Covid confirmado, planos foram alterados. Houve uma decisão do Itamaraty de suspender a presença de todos os diplomatas brasileiros de todas as reuniões que ocorreriam na ONU.

Antes de ser testado, o ministro da Saúde se encontrou com o primeiro-ministro britânico Boris Johnson. E participou de aglomerações com apoiadores do presidente Jair Bolsonaro. Fora de ter tido contado com pessoas da comitiva brasileira na Assembleia-Geral da ONU.

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